LER E ESCREVER NA ERA DA INTERNET - gêneros e e-gêneros
 


2012-2013 [Passagem para um novo blog]

Jacques Prévert, parte do currículo de Poesia Francófona, na graduação da FALEM e, por coincidência (existe?) foi um dos temas da Ciranda organizada pela Gisele Ribeiro, poeta e professora da FALE. E, ainda, drôle de siglas, que tanto sugerem conjugações do verbo falar, melhor talvez não poderia ser, já que se trata de faculdades de Letras, nos fazem falar de um poeta e cineasta francês do século XX, que fez o reoteiro de Drôle de drame [que, por acaso, assisti outro dia na tv].Ligando o título do filme ao drôle de drame, que se desenrola às vezes no nosso cotidiano e nos sugere links para nossa drôle de vie, resolvi pôr um ponto final neste blog da uol e passar para um da wordpress. Assim, convido aos [nenhuns] leitores deste blog a passar para outro, que, tenho a ilusão, será mais lido e mais compartilhado. Chi lo sa? (como diria a Jó).Vamos lá: http://escrileitura.wordpress.com/

 Escrito por lilia às 13h40
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... um dia de folga com Jacques Prévert

... de repente Prévert atravessou no meu caminho...



 Escrito por lilia às 00h45
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Refletindo...

     De versão em versão, a pesquisa parece retroceder em direção ao antigo e ao tradicional, principalmente no que diz respeito à literatura. Contra essa ideia, que poderia ter algum leitor desavisado, preocupamo-nos em repensar certos títulos, justificar alguns objetivos e os estudos e ensaios correspondentes. Se, por um lado, há uma vontade de abraçar os anseios dos membros da equipe, dos alunos em geral (que escolhem os temas que mas lhes falam ao coração, que mais lhes parecem interessantes e que possam justificar a dedicação, o tempo que levarão pesquisando, estudando, escrevendo a respeito - temas para o primeiro extenso trabalho de suas carreiras, o seu trabalho de conclusão de curso), por outro lado, nossa época traz a marca da simultaneidade, da ubiquidade. Esse peso que carregamos, de vivermos em um momento que consiste na convergência de todos os tempos, transforma-se na mais profunda leveza: a de termos tudo ao alcance do nosso desejo. E mais, os textos literários, dos mais antigos aos mais atuais, transitam tranquilamente entre os dois reinos de escrita e leitura que se nos oferecem desde a segunda metade do século XX: o papel e a tela. Duas superfícies diferentes, que preenchemos com caracteres para o deleite nosso e de outros, como escrileitores que todos somos. O tempo retorna, disse um filósofo dos nossos dias - Michel Mafesolli (1944) - a linha do tempo é uma espiral, que gira em círculo, retornando ao tradicional, mas que também avança, eleva-se na direção do novo. "O mundo é tudo o que acontece", escreveu outro filósofo, Ludwig Wittgeinstein (1889-1951). Hoje, no século XXI, tudo acontece em dois mundos - um que se virtualiza, se abstrai, outro que se realiza, concretizando a ideia. Tudo o que acontece é o(s) mundo(s), o de antes, o de depois, o de agora. A versão atual do nosso projeto inspira-se nas palavras sábias de Confúcio´(551-479 a.C.): "Se queres prever o futuro, estuda o passado".

       Assim, o que pode parecer recuo ou retrocesso, é, na verdade, tomada de posse do nosso tempo. Significa usufruir da força da liberdade que esse tempo nos trouxe. Estudar, por exemplo, Eidorfe Moreira, um geógrafo com ideais de crítico de arte, meio esquecido em sua própria terra; buscar na net a repercussão de Aimé Césaire, um poeta que (re)inventou a negritude na língua francesa; mostrar para o Brasil o lirismo moderno de uma Dulcinéa Paraense; rever o realismo atualíssimo de um Balzac; rir de Beaumarchais e seu Barbeiro à luz da Commedia dell'Arte; mergulhar, de repente, no estudo de algum outro escritor que porventura se atravessar em nosso caminho profissional, tudo isso é possível em uma pesquisa que pretende refletir sobre a leitura e a escrita na era da Internet.



 Escrito por lilia às 23h29
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Escrita, Leitura, Escrileitura e Crítica literária

Refletimos sobre as possibilidades que o ciberespaço oferece para uma nova concepção de leitura e de crítica literária, propondo e discutindo a introdução do hábito de uma nova forma de leitura, a leitura reticular, em forma de rede, na tela do computador – ao lado da leitura linear tradicional – nas páginas do livro – no sentido de guiar a o leitor –pesquisado, incentivando sua autonomia na escolha dos atalhos, na (hiper)pesquisa de temas específicos ligados à leitura e à interpretação, descrição e análise dos gêneros. Refletimos sobre a relação da escrita com as tecnologias digitais que surgem na contemporaneidade. Como ocorre essa relação? Qual o impacto ocasionado por essas novas formas de mediação quando da veiculação da escritura possibilitada pela tecnicidade pós-moderna? Ao se apropriar também da literatura, a tecnologia possibilita novas configurações artísticas e estéticas que condicionam a escrita a uma forma diferenciada de expressão. Para chegar a essa conclusão, contudo, passamos pela definição do que está inserido no que se denomina tecnologia digital e suas consequências para as formas de narrar e escrever até então conhecidas. Leitores tornam-se autores, e reconfigura-se a questão do estilo e da autoria. Refletimos, ainda, sobre o processo da criação literária (antes e depois da Web), à procura de uma nova conceituação de leitor e de escritor e, consequentemente, do leitor-crítico literário. A crítica literária, manifestação fundamentalmente histórica, geralmente se estabelece de maneira original, pois decorre de experiências de escrita outras, além de que, não se deve esquecer, a crítica também inventa o novo.

Trabalhos sobre esse tema:

Ler e escrever na era da Internet: realização do virtual ou virtualização do real? (Relatório de pesquisa).

18 Lembranças de viagem pela internet (Artigo inédito)

Grammaire et littérature dans la Grammaire en s’amusant de Patrick Rambaud (TCC).

Quelques regards sur la lecture: des lectures solitaires de Proust à l’intéractivité des réseaux sociaux sur Internet (TCC).

Troca de papéis (Capítulo de livro).

Fanfiction do antigo regime à era da Web (Capítulo de livro).

Blog: uma “nova” literatura? (Comunicação)

O impacto das tecnologias digitais na escrita e a configuração da webliteratura (Comunicação).

Internet: o que mudou nos hábitos de leitura e escrita? (Comunicação).



 Escrito por lilia às 22h55
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Gêneros e e-gêneros

Os gêneros, que tiveram sua origem na retórica – genera dicendi –, são convenções discursivas. Há muito a questão dos gêneros é discutida. Desde o romantismo, que justificava as categorias aristotélicas e clássicas (a tríade célebre), iniciou-se a luta para ultrapassar os limites até então impostos pelos gêneros e mesmo para acabar com eles definitivamente. No final do século XX, Blanchot (1985, p. 272-273) expôs uma tese contra a divisão poeta, dramaturgo, romancista: “só o livro importa, tal como ele é, longe dos gêneros, fora das rubricas prosa, poesia, romance, depoimento, sob as quais ele [o livro] se recusa a ficar e às quais ele nega o poder de fixar seu lugar e de determinar sua forma”. Ao afirmar que um livro não pertence a um gênero, e sim à literatura em sua generalidade, o crítico francês tinha chegado ao apagamento dos gêneros. No entanto, os gêneros e sua teoria voltaram à baila, com os estudos, por exemplo, de Bakthin, Barthes, Genette, Todorov. Também a Estética da Recepção deu ênfase à leitura – e, se a noção de gênero tem validade hoje, foi por causa da leitura, da fenomenologia da leitura. Lendo, podemos fazer uma hipótese sobre o gênero, hipótese essa que guia nossa leitura. É como o horizonte de expectativas de H.R. Jauss: há uma pré-compreensão que traz o leitor ao texto. Mas é bom lembrar a complexidade dos seus estudos: as convenções genéricas podem ser de natureza muito diferente: formal, temática, estilística. Na primeira década do século XXI, os gêneros são cada vez mais numerosos. O que se observa nos textos é a intertextualidade, o hibridismo, a mestiçagem, e não mais a pureza de gêneros. Com a grande mistura de gêneros, algumas obras parecem inclassificáveis, mas romances, poesia, teatro e ensaios continuam a ser publicados. Escritores voltaram ao romance antigo, outros descobriram as (auto)biografias. Outros ainda, procuram a virtualidade, provocando reflexões sobre a leitura e a escrita na tela, particularmente sobre o papel dos recursos tecnológicos – sobretudo daqueles que são oferecidos pela internet.

Trabalhos sobre esse tema:

O hibridismo de gêneros nos contos de Maria Lúcia Medeiros - uma análise de "Miss Doris", "Horizonte Silencioso" e "Onde estivestes de noite?" (Dissertação).

Maria Lúcia e o exercício da ficção (Comunicação).

A prosa poética de Maria Lúcia Medeiros (Comunicação).

Teatro na net.com: Suassuna, Molière e o processo colaborativo em O avarento (Comunicação).

Teatro da Net.com: Palhaços Trovadores e o Processo Colaborativo em O avarento de Molière e Palhaços Trovadores e Molière: a construção das personagens femininas dentro e fora da Net (Dissertação).

“É no meio da praça, é no meio da rua: os ensaios abertos do espetáculo O mão de vaca” (Comunicação).

A formação do leitor-autor no gênero FANFICTION - histórias criadas por fãs (Comunicação).

A construção de um fanfiction: os exemplos inspirados nas obras de Lewis Carroll e Machado de Assis (Comunicação).

La littérature en 140 caractères (TCC).

Redes sociais (Palestra).

 



 Escrito por lilia às 22h47
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Escritas do “eu” e sobre o “eu”

Um dos “temas” sobre o qual refletimos na pesquisa é a construção de identidades e/ou de (auto)biografias. A literatura, desde o século XIX, com o romantismo, caracteriza-se pela invasão do “eu”. Ao longo dos séculos seguintes, os escritos autobiográficos ampliam-se sob a forma de testemunhos e depoimentos pessoais, relatos autobiográficos, jornais íntimos, memórias, correspondência e, mesmo, leituras e críticas (auto)biográficas, de forma documental ou ficcional. Na era da Internet, os textos autobiográficos multiplicam-se, apresentando-se nas mais variadas formas, nos vários e-gêneros surgidos no ciberespaço. A noção de gênero, no sentido usado pelos estudos literários, instaura a questão das relações entre a literatura “dentro e fora” do mundo virtual e também entre realidade e ficção, como no caso da leitura crítico-biográfica, que, como análise e (re)invenção tanto da obra quando da própria vida enquanto texto, dissolve os limites entre obra literária e vida pessoal. Essa leitura crítica descreve, analisa e comenta textos de todas as épocas. A ideia foi pesquisar, ler, interpretar e atualizar obras literárias, comentando sua recepção (leitura temática e análise crítica) ao longo dos tempos até o momento atual, na "era da Internet". Assim, aprofundamos a pesquisa sobre dois poetas paraenses, Max Martins e Dulcinéa Paraense. Os estudos sobre Dulcinéa, poeta que era praticamente esquecida, redescoberta por nós em pesquisas nas revistas de Belém, das décadas de 1930 e 1940, culminaram com a divulgação de sua obra em palestras e artigos e a criação de um documentário – Dulcinéa Paraense- Flor revelada –, e de um blog sobre ela e sua obra (disponível em ), além da organização e da publicação de um livro reunindo seus poemas – Dulcinéa Paraense - a flor da pele (lançado na XV Feira Pan-Amazônica do Livro, na qual ela foi a escritora homenageada). A pesquisa sobre Mário Faustino prosseguiu, como estava previsto no projeto, enquanto poeta-crítico e em sua relação de amizade com Benedito Nunes. Por sua vez, Benedito Nunes, professor, filósofo e crítico literário (falecido em fevereiro de 2011), foi objeto de estudos que também culminaram com a organização e a publicação de um livro dedicado à sua memória: O amigo Bené, fazedor de rumos.

Trabalhos sobre esse tema:

A ressignificação do sujeito: o eu sob escombros (TCC).

Maria Lúcia Medeiros: entre atos - o fato e a ficção (Comunicação).

Maria Lúcia Medeiros - Vida e Literatura (Comunicação).

O poeta e o filósofo (Artigo).

Mário Faustino e Benedito Nunes: o poeta e o filósofo (Palestra).

Os rumos de Benedito Nunes (Capítulo de livro).

Um semana, uma vida (Capítulo de livro).

Dulcinéa Paraense, Ruy Barata e Manuel Bandeira: a experiência poética em gestos e raízes (Comunicação).

Dulcinéa Paraense - Flor revelada (Documentário).

Dulcinéa Paraense: um olhar sobre sua poesia (Palestra).

A poética das colagens de Max Martins (Palestra).

Max Martins: “as palavras tem os sons por sombra” (Palestra).

Benedito Nunes e Mário Faustino, o filósofo e o poeta (Capítulo de livro).

O Estranho na Amazônia: Max Martins e o Modernismo de 45 (Comunicação).



 Escrito por lilia às 22h45
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de fevereiro de 2010 a fevereiro de 2012:

No período ao qual se refere este relatório, a pesquisa prosseguiu com a observação (e a vivência, pois a pesquisa feita na Internet constitui-se em uma verdadeira pesquisa de campo, em que se confundem mundo real e virtual). Os trabalhos realizados durante esses dois anos comprovam a permanência e a transformação constante, nos dias atuais – os da primeira década do século XXI –, dos dois suportes da leitura e da escrita que convivem (nem sempre em harmonia, segundo Roger Chartier), incorporando presente, passado e futuro.



 Escrito por lilia às 22h42
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Mais um passo

Relatório entregue e aceito. Novo projeto submetido, com parecer favorável. A pesquisa vai continuar. Parece que valeu o esforço. Depois de quase um semestre, entre uma cirurgia com risco de vida e uma greve, enfim, recomeçamos com tudo devidamente aprovado. A pesquisa, na verdade, seguiu seu curso mesmo nos dias mais turbulentos. No primeiro semestre de 2012, tivemos uma mesa redonda no Fórum de Línguas Estrangeiras, um convite para a Cúpula de Mulheres (um encontro bastante peculiar), dois Simpósios com comunicações, uma Feira do Livro com dois seminários organizados e duas palestras, participações no Congresso Eidorfe Moreira... Alguns novos objetivos foram criados, outros continuam. Novos membros na equipe. Agora é organizar os grupos de estudos, os subprojetos e obedecer o cronograma.



 Escrito por lilia às 18h22
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A DIFICULDADE DE FAZER UM RELATÓRIO

De quanto tempo se precisa para escrever um relatório de pesquisa? No meu desespero, eu, que mal arrumo a minha cabeça, penso que se compara à arrumação de uma casa depois de uma mudança. É necessário relembrar onde se guardam as pastas com os certificados, de dois anos, as declarações etc.. Se você mantém o Currículo Lattes atualizado, talvez seja um bom início. Se não, aproveite para ãtualizá-lo também, mas... cuidado, você pode emaranhar-se perigosamente nesse outro labirinto sobre o qual não pretendo emitir nenhum comentário neste momento... (lembro de outros relatórios atrasados: os de progressão funcional. Mas first thing first, como dizia a Rainha malvada da Branca de Neve... de Once upon a time). Relatório da Pesquisa, first. Precisamos recolher não apenas as nossas informações como também as de todos os membros da equipe, que, a essa altura, encontram espalhados pelo país... Claro, temos celulares e e-mails. Mas também precisamos comprovar o que relatamos, com os originais! (Bem disse a Eulália, nossa Par, um dia não precisaremos comprovar nada, as pessoas acreditaram nas palavras de todos. Um dia, talvez, no admirável mundo novo de uma nova utopia...) 

É evidente que a minha aflição é típica de uma pessoa que não tem os arquivos organizados. Tudo deveria ter sido arquivado passo a passo para evitar esse atropelo em que me encontro. E ninguém se oferece para uma ajudinha!

Outra procura urgente: a dos livros e capítulos de livros publicados, a dos cadernos de resumos e Anais de Congressos Internacionais... E sempre falta um. E os trabalhos publicados dos outros membros, das ex-alunas? Como conseguir? E haja xerox!

E também é preciso repetir várias vezes a mesma coisa, sob prismas diferentes  até parece Rashomon, do Kurosawa, em que um crime é relatado pelos olhares de varias testemunhas diferentes: os trabalhos apresentados em eventos, os eventos em que participou, os que organizou...  (preciso rever Rashomon)

Eu conheço pessoas que devem ter tudo organizadíssimo ao alcance da mão, no momento de entregar o relatório. Mas, quando a vida é um abismo desarquivado, o que fazer? Se fossem textos, poemas, nuvens, lágrimas do céu, tudo seria muito mais fácil, para mim...

(de qualquer maneira, perdoem o desabafo - vocês que não me leem)



 Escrito por lilia às 16h31
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Relatório 2012

Começamos nossa pesquisa (2005-2006) analisando até que ponto a cultura eletrônica (Ler e escrever na era da internet: primeiras reflexões), particularmente o computador e a Internet, contribui para o aparecimento de novas formas de comunicação e, por conseguinte, de novos gêneros. A Internet revolucionou os modos sociais de interagir linguisticamente, visto que as novas possibilidades de interação on-line têm o potencial de acelerar enormemente a evolução dos gêneros. Os e-mails, os bate-papos virtuais, as aulas on-line, os blogs são alguns dos novos gêneros eletrônicos – ou e-gêneros –, cada vez mais presentes nas culturas em que se desenvolvem, trazendo à tona antigas e novas práticas sociodiscursivas. Mostramos que Internet transforma, de maneira bastante complexa, gêneros já existentes, de modo que um gênero assimila outro gênero gerando novos gêneros. Em um minicurso (Do texto ao e-texto), percorremos o caminho que une o fora e o dentro do mundo virtual, partindo de uma análise da evolução dos antigos gêneros para chegar aos novos (por exemplo, no caso dos e-mails: pergaminhos < cartas < telegramas < faxes < e-mails, desde Hermes, na mitologia grega, até esses textos prototípicos, que podem ser escritos exatamente como na correspondência tradicional, mas cujas características próprias identificam-no como um texto oral-verbal, “híbrido”: um e-texto). Na análise dos e-gêneros, os blogs foram os primeiros a serem estudados mais profundamente (Blogs: diários virtuais). A preocupação com a nova maneira de ler, também fez parte de nossos estudos (Tela ou papel: que diferenças há na leitura?).



 Escrito por lilia às 15h13
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Projeto Ler e escrever na era da Internet

Versões

2005-2007 e 2008-2010 : Ler e escrever na era da Internet: virtualização do real ou realização do virtual?

2010-2012 :  Ler e escrever na era da Internet: gêneros e e-gêneros, limites e deslimites.

2012-2014 : Ler e escrever na era da Internet: "Repetir para aprender, criar para renovar" - leitura, interpretação e ensino.



 Escrito por lilia às 15h13
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Versão 2012

 

Ler e escrever na era da Internet: memória e presságio, ensino e interpretação.



 Escrito por lilia às 15h05
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2012

 

Depois de uma pausa por motivos terríveis de saúde...



 Escrito por lilia às 15h04
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Dezembro - Defesa da Jéssica

 

Defesa de Jéssica Souza.



 Escrito por lilia às 15h03
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Depois da Feira do Livro de setembro

Depois da Feira, preciso relembrar o que aconteceu que seja ligado à pesquisa

 



 Escrito por lilia às 15h02
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